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Quem Tramou a Gordinha?

Quem Tramou a Gordinha?

21
Jan20

Quem tem medo de Joacine Katar?

Cláudia Matos Silva

Há muito que os meus seguidores sugerem que aborde o tema Joacine. O fenómeno passou-me um pouco ao lado até ouvi-la gaguejar pela primeira vez. Fiquei bastante incomodada e tive até de mudar de canal. As polémicas têm sido sucessivas mas eu não queria de todo que este fosse um video com uma abordagem polémica. Sim, tive a minha própria auto-censura em cima da cabeça porque sei que a Joacine gosta muito de usar as redes sociais para alimentar ainda mais tretas, e não me apetecia nada ter um filme desses na minha vida....já me basta a história do homem que vende aspiradores. Acho que fiquei traumatizada. Bom, quem não souber de que estou para aqui a falar é porque não tem seguido o canal quem tramou a gordinha? - tá mal, muito mal. É favor subscrever, é gátis e tudo, pá.

20
Jan20

Será que a noite é nossa amiga?

Cláudia Matos Silva

Foi uma afirmação que me saiu num storie no instagram, onde sou bastante activa e faço muitas reflexões.Aproveitei o tema para o trazer aqui em jeito de pergunt,  porque tenho realmente muitas dúvidas que a noite seja assim tão nossa amiga quanto isso. A noite é sorrateira, silenciosa, manhosa, enganadora. Apesar de tudo eu sempre gostei da noite mesmo sabendo que vivê-la faz mal à minha saúde mental.

 

Não julguem que vivo a noite activamente, saindo para os copos entre amigos e cambalhotas de ocasião, nada disso. Eu vivo a noite em casa, calmamente, a fazer coisas que me dão gosto. Faço-o desde o tempo da adolescencia em que da porta do meu quarto para dentro eu podia fazer o que quisesse, então eu ficava acordada a noite inteira. O meu pai nunca compreendeu o que raio eu fazia durante tantas horas acordada, a minha mãe bem mais cúmplice dizia que eu fazia 'as minhas coisas'. E passados tantos anos, assim continuo, noite dentro a fazer as minhas coisas. 

 

Podia descrever que coisas são essas, talvez um dia o faça num outro post, mas não é disso que se trata. Porque motivo não aproveito o dia para fazer as minhas coisas? O dia não me inspira para tais coisas, é verdade, o dia não me inspira de todo se estiver enfiada em casa, bem pelo contrário, deprime-me. O dia é para viver fora de portas, partilhar momentos com os meus ou a conhecer pessoas, a trocar sorrisos, a sentir os cabelos ao vento, a palmilhar uma qualquer praia ou até a ir ao mercado comprar leite, pão e fruta. Por isso guardo as minhas coisas para a noite, porque a noite é silenciosa e tenho a ilusão de ser toda minha. Eu posso fazer o que bem entender que não está lá ninguém para me julgar. A noite é a sensação de impunidade ao assalto que faço ao frigorifico para me empanturrar de comida altamente calórica. A noite é a sensação de impunidade a pensamentos maus, às vezes horriveis, sobre os outros mas sobretudo sobre nós próprios. 

 

Como tudo na vida, deve ser com moderação, e na dose certa a noite é encantadora, misteriosa, romantica e acolhedora. Em excesso, a noite leva-nos para lugares onde não devemos estar, sitios de onde não sabemos conseguir sair, faz-nos mergulhar em angústia e depressão. A noite, que pensamos tão nossa amiga, é matreira e manhosa, faz-nos acreditar em coisas terr´veis sobre os outros mas acima de tudo sobre nós. A noite vivida profundamente não é nossa amiga coisa nenhuma porque nos rouba os dias, deixa-nos refém das horas tardias, troca-nos as voltas, faz de nós zombies que deambulam pelos corredores de casa às escuras e apalpando as paredes em busca sabe-se lá do quê. 

18
Jan20

Quem roubou uma flor do meu jardim?

Cláudia Matos Silva

Foi a Maria.

 

O meu jardim é grande e as flores estão viçosas o ano inteiro sem precisar de rega. Emanam um cheiro a lavanda que percorre Portugal de norte a sul com o risco de ultrapassar fronteiras por esse mundo fóra. O meu jardim é uma extensão do que consigo fazer com as mãos mas movida pelo coração. Faço flores em crochet e ofereço-as para que as pessoas sorriam mais. E tem sido assim, mesmo com a minha técnica ainda meio tosca, oferecia flores pouco perfeitas mas com a melhor das intenções, nunca desisti. Hoje ainda estou a aprender a fazê-las, é um processo contínuo, estão cada dia mais bonitas mas há um longo caminho até à perfeição. O cheiro esse não muda, vem do campo, a lavanda colhida pelo meu pai e que depois uso para preencher as malhas do meu crochet.

 

A Maria de 6 anos entrou no meu jardim, não me viu, mas viu as minhas flores e roubou uma. Disse que são lindas e ainda por cima têm a sua cor favoria, rosa, e não resistiu colhê-la e levá-la para a sua casa, para o seu quarto, para junto das suas bonecas, porque as quer cheirosas. Como me poderia chatear com a Maria quando me apresenta um argumento destes. 

 

 

Quem quiser uma das minhas flores é só dizer, terei muito gosto em oferecer, de coração e sem qualquer outra intenção que não seja estender cada vez mais o meu jardim para que outras pessoas possam sorrir. Porque há qualquer coisa nelas que enternece e gera nos lábios dos outros aquela bonita curva ascendente.

16
Jan20

Porque gosto dos testes do instagram?

Cláudia Matos Silva

Por nada de especial. Talvez me lembre aqueles testes que vinham nas revistas teen que nós, as pitinhas faziamos em conjunto, para no fim obter um resultado baseado nos pontos reúnidos. É uma experiência que me remete para os anos 90 e que na verdade tem tanta credibilidade como as linhas que um qualquer astrólogo da moda escreve para um jornal. Ninguém acredita mas todos gostamos de dar aquela espreitadela. Há sempre qualquer coisa que bate certo porque os palpites são escritos com esse intuíto. Cenas vagas da vida de todos nós. Nestes testes do instagram, um dos tipos de filtro que está mais na moda, a malta vai respondendo a uma sucessão de perguntas e depois partilha em stories que podem ser vistos pelos seus seguidores. É só isto. Não tem ciência nenhuma mas entretem e só por isso já vale a pena.

15
Jan20

Já viste o último filme com a Juliette Binoche?

Cláudia Matos Silva

 

OUI.

 

E o título em português deixa muito a desejar, do original «celle que vous croyez» passou a «Clara & Claire». Tirando este detalhe, um filme que merece muito a pena ser visto, mas apenas por pessoas com disponibilidade para cinema europeu. Quem gosta do registo 'holywoodesco' com ritmo, acção e diálogos assertivos, não terá grande paciência para este filme, atribuindo-lhe até o galardão de 'valente estopada'.

 

Não foi o meu caso. Eu saí da sala de cinema, lívida, ainda mais do que é costume. Silenciosa, apática, confusa e com a certeza que aquela é uma história comum nos nossos dias. Pessoas que usam as redes sociais, nomeadamente o facebook, para criar perfis falsos. Dessa atitude aparentemente sem gravidade, surgem situações que podem comprometer a vida de muitas pessoas. Uma mentira dita muitas vezes, passa a ser verdade, pelo menos na cabeça de Claire de 50 anos e cujo o peso da idade lhe custa a carregar. Uma mulher charmoso, inteligente, professora universitária e que sempre ouviu os maiores elogios aos seus atributos fisicos. Olha-se agora ao espelho e vê-se de pele baça, pálpebras descaídas, olheiras profundas e resolve ser Clara, uma linda mulher de 25 anos. 

 

 

Aceitar quem somos e no que nos vamos transformando faz parte do nosso percurso de vida, penso que lhe chamam, aprendizagem. Mas a aparente bem sucedida e bem resolvida Claire não aceita, e  não faz questão de aprender, por isso transforma-se num embuste que leva até às últimas consequências.

 

Recomendo muito «Clara & Claire» porque raras vezes saio da sala de cinema sem piu, e até meio azamboada, quando isso acontece é sinal de que vi um excelente filme. Tive exactamente os mesmos sintomas quando deixei a sala depois de assistir a 'Joker'. Atenção, não estou a dizer que são filmes semelhantes. Apesar da doença mental estar presentes em ambos os casos, são universos diferentes e também por isso, um não invalida o outro. Todo o filme que nos acrescenta merece o nosso dinheiro na compra do bilhete e este não é desperdicio. 

14
Jan20

Quando vi o arco-iris pela última vez?

Cláudia Matos Silva

 

Faz pouco tempo, mais ou menos pela altura em que encontrei este post do blog UM PÁSSARO SEM POISO da Isa Nascimento. Guardei-o para 2020, sabia que queria muito falar sobre isso. Porque apesar deste lindo arco-iris que vos mostro na foto ser o mais recente, e estar enquadrado numa bela paisagem na Carrasqueira, não foi este o arco-iris que teve mais impacto em mim.

 

Vamos recuar quatro anos. Eu estava por esta hora no sexto piso de um prédio na Rua do Viriato. Parecia um dia como qualquer outro, e embora eu sentisse que as coisas não estavam bem, a minha vontade férrea de não ser derrotada por más energias, fazia de mim uma autistas entre os corredores de gente descontente. Eu também não estava contente mas vesti a pela da tola que nada via, nada ouvia, nada sabia...até ao dia que sou chamada ao quarto piso. É no quarto piso que tudo se decide. É lá que está a melhor máquina de café, é lá que estão os bufos e os que congeminam, é lá que estão os que se julgam 'the special ones' só porque partilham o mesmo piso com o DDMT (dono daquela merda  toda). Ainda vestindo a pela da autistas, fui tranquila ao quarto piso. Na ingenuidade, acreditava que me iam passar a mão pelo pêlo e dizer o quão especial eu era como funcionária; dedicada, incansável e versátil. 

 

Não foi bem isso que aconteceu. Sem saber porquê fui despedida. Houve desculpas esfarrapadas, conversa da treta, um gasto de latim tremendo que eu remato com um 'vamos lá preencher a papelada'. Sou prática e a conversa estava francamente enfastiar-me e eu só queria sair dali para chorar à vontade, nunca daria parte fraca ali dentro. NUNCA! Enquanto ali estive, naquela sala com uma grande carpete e uma mesa de madeira gigante devidamente envernizada, eu e o senhor a quem foi incubido 'o trabalho sujo' de me demitir, sentados num cantinho com uma conversa bizarra. Ele pedia imensas desculpas alegando nada pessoal e eu só dizia 'ó senhor Fernando, está tudo bem'. Não faço ideia quem era o individuo, a primeira e última vez que ouvi falar dele trataram-no por doutor, para mim um doutor é médico, e apesar de efectivamente ele me estar 'a tratar da saúde', reduzi-lhe a condição à de senhor da mercearia....o senhor Fernando. Assim foi até à última assinatura e até ele no desespero da situação dizer 'pronto, um dia secalhar até bebemos um café'. Pois claro, é isso mesmo.

 

Saí da Rua Viriato para nunca mais voltar porque sou assim de cortes radicais. Meti-me no carro, liguei aos meus, que ficaram aterrorizados e eu serena...nem uma lágrima. Estava bloqueada ou aliviada, não sei bem. Naquele dia fui almoçar fora e nem uma lágrima, mas um alivio nos ombros. Pensei, afinal isto não está a ser assim tão mau. É claro que não, o pior estaria para vir. Quando acordasse e me visse sem chão. A minha profissão de sempre já não era, a única coisa que sabia fazer, já não podia fazer. Então e agora? Nessa altura surge do nada um bonito arco-iris no ceu azul que atravessava Almada. Senti-me criança outra vez, como se fosse o primeiro arco-iris que tivesse visto. A verdade é que talvez pela primeira vez me tivesse permitido vê-lo, não só a ele, mas  tantas outras belezas que a natureza nos dá de mão beijada. Passei a apreciar flores, até fotografá-las, passei a colectar bonitas conchas na praia e a contemplar as copas das árvores. Sigo o voo dos pombos, que fazem uma bonita dança nos ceus, conduzidos por um som que não consigo descodificar.

 

 

E se o meu post terminasse desta forma, podia dizer-vos que estavamos perante um happy ending. Mas quatro anos depois de ter sido impedida de fazer a única coisa que sei fazer continuo a perguntar-me, então e agora? Não sei mesmo o que fazer! Sinto-me perdida, desalentada, com vontade de adormecer e não voltar a acordar. Mas tenho acordado sempre e enquanto assim for tenho de me obrigar a viver e às vezes é tão dificil. Por isso, um dia de cada vez, criando pequenos objectivos diários. Não há segredo nenhum. É como andar. Temos de colocar um pé em frente do outro, seguir em frente e com sorte ainda encontro mais um bonito arco-iris.

13
Jan20

O que fui fazer ao TINDER?

Cláudia Matos Silva

Apetece-me responder assim 'por favor não me façam perguntas dificeis!'

 

Dei numa de Daniel Oliveira da Sic e fui numa de experiência social, tendo em conta o teor que encontrei no Tinder, podia ter sido uma experiência sexual.

 

O que realmente me levou lá foi a curiosidade, muitas pessoas partilharam comigo que nunca instalaram a app, porque têm relações longas e o Tinder é algo que terá uns 6/7 anos. E como tal também acontece comigo, perdi a vergonha e lá fui.

 

Durante anos, muitos anos, frequentei plataformas de engate, mas engatar nunca foi o meu propósito, não sou lá de grandes 'flirts' e afins. Eu queria só conhecer pessoas. E conheci muitas, algumas ainda mantenho contacto hoje e em alguns casos já nem nos lembramos muito bem onde raio nos conhecemos.

 

Não nego que tinha alguma expectativa, especialmente de conhecer pessoas, homens e mulheres, com quem pudesse ter apenas uma conversação. À primeira tentativa fui logo informada que a pessoa não estava na disposição de perder tempo, ou iamos directos ao acto ou nem valia a pena. E foi com muita pena que me despedi do jovem e continuei a minha experiencia social sem socializar com ninguém porque percebi que esta plataforma não é para isso.

 

Tudo bem, espero que sirva os seus utilizadores, a mim não me serviu de todo. Terminada a experiência, apaguei imediatamente o meu perfil. Fica no entanto o video que vai em estilo do que os youtubers chamam de 'react', exacto, eu farto-me de reagir.

08
Jan20

Quem disse que 2020 tem de começar bem?

Cláudia Matos Silva

O meu não começou nada bem. Uma cena de amuo entre casal, mesmo na hora em que devia saltar a rolha da garrafa de  champanhe, e fazer aquele estardalhaço todo, para imediatamente se ver a espuma jorrar gargalo fora. Nem um grilo se ouvia naquela casa. 2020 entrava de fininho e um silêncio aterrador.

 

Depois na televisão é fogo de artificio no mundo inteiro e da minha parte também sinto-me prestes a explodir mas mantenho o silêncio que às vezes é de ouro e outras vez mói até ao sabugo e eu sabia que queria moer-lhe o juizo com o meu estranho e inesperado silêncio. Porque se eu não digo nada, a coisa vai mal. E bem não ia, concerteza. Foi assim na nossa casa e terá sido assim em muitas outras casas, às doze badaladas nem um piu, porque a vida é feita destas coisas. E não é porque o ano muda que as coisas se transformam repentinamente, e num instante tudo o que estava mal passa a ficar bem. 

 

É uma ilusão que as pessoas reservam para esta altura do ano, chamam-lhe de resoluções, arranjam agendas motivacionais e prometem fazer x cursos on line, começar a praticar yoga, ler 3 livros por mês, passar menos horas nas redes sociais e reduzir na carne porque são os peidos das vacas que dão cabo disto tudo. 

 

Não tenho agenda, nem planos. Quero lá saber das resoluções. Basta-me um dia de cada vez. A vida é das coisas mais incertas que temos, e se por um lado é ela que nos sustenta, dia após dia, com oxigénio nos nossos pulmões, a qualquer instante a vida pode simplesmente deixar de nos querer fornecer energia. Sim, a vida pode-se-me acabar antes mesmo de ter tempo de terminar este post. A vida pode abandonar-me agora e deixar-me aqui, um corpo vazio e inerte de laptop nos joelhos. Hoje até que dava um bom cadaver mas não me parece um bom dia para morrer.

07
Jan20

Será que os santos têm inveja uns dos outros?

Cláudia Matos Silva

Parecia um castigo do senhor, o todo poderoso, no momento em que entro numa pequena igreja em Coimbra, logo me sinto escorraçada pela voz do guardião do templo 'minha senhora vou fechar a capela'. Do meu cu se soltou um elástico imaginário de tão depressa que foi o meu impeto de levantar e sair. 

 

Eu não sou religiosa, toda a gente sabe disso, gosto no entanto de entrar nas igrejas para me abrigar do sol e para me esconder das multidões. O senhor, o todo poderoso, sabe disso e não vê lá com muitos bons olhos as minhas entradas no seu reino, mas mesmo assim insisto, e naquele 31 de Dezembro lá fui, afoita, entrando de mansinho em busca de uma estátua do meu querido Expedito.

 

Depois de percorrer os quatro cantos da capela, sem vislumbrar o meu amigo das causas urgentes, decidi sentar-me no longo banco de madeira, com os ombros caídos, coloquei as mãos sobre o colo e comecei o meu discurso interno enquanto observava o altar. «Sabe, eu não sou desta paróquia, de quem eu gosto mesmo é do Santo Expedito mas...» e não pude terminar o meu raciocício quando enrompe uma voz grave que ecoa na pequena capela, ameaçando trancar-me lá dentro. Aquele guardião, tão humano quanto eu, punha o peito para fora como quem anuncia que não é só mais um humano, ele e o divino têm lá as suas coisas, talvez um pacto e desse pacto faz parte apenas deixar ficar quem vê como deus, o que diz ser filho de uma senhora que jura a pés juntar ser virgem, é o filho dela o maior de todos os santos, o filho de deus ou o diabo a sete.

 

Já não rua, enquanto fechava a cancela o velho guardião cumpriu o protocolo desejando-me um bom ano. Eu já ia longe passo acelerado e com a sensação de que o senhor, o todo poderoso, tem lá os seus desígnios e os seus caprichos. Entendo que não vá com a pinta do Expedito, que na verdade nem santo à séria é, mas no tempo em que apregoa a igualdade entre os humanos, que tal os santos darem o exemplo e aceitarem que há devotos suficientes para cada um deles e deixarem os egos de parte. 

 

Nisto, a tv emite as imagens do papa Francisco a dar umas palmadas na mão de uma chinoca que parece querer levá-lo para casa e quase lhe arranca o braço. Então e a tolerância, a partilha e o amor pelo próximo? Anda tudo de pernas para o ar cá em baixo mas ao que parece lá em cima no reino dos ceus as coisas não andam melhores. Senhores, organizem-se e da próxima ponham o horário na porta da igreja. 

05
Jan20

O que se passou em 2019

Cláudia Matos Silva

Apesar das energias estarem apontadas para 2020 e 2019 já ficar lá para trás, e como diz o povo 'para trás mija a burra', é normal que as vossas agendas se encham de resoluções para os próximos trezentos e tal dias.

 

Ora eu para além de não fazer resoluções também não costumo fazer balanços, mas este ano uma seguidora sugeriu-me que fizesse um apanhado do que aconteceu em 2019. É claro que o ano passado foi muito mais do que aqui relato, mas falo apenas dos temas que mais captaram a minha atenção e com os quais consigo fazer algum humor.

 

Já agora se querem começar o ano a fazer uma boa acção é fazer subscrever o canal no youtube. Sim?!